Sua opinião:
comentou em 01/09/2010 16:16
Jânio, excelente post.
Concordo com o feliz comentário do Luis Eduardo. A violência é usada as vezes como acumulus notícia pela imprensa e mídias em geral, ou seja, a um fato, aumenta-se outro fato.
Evidente que também trata-se de problema social, econômico, saúde e de valores morais. Sinto que estamos em um momento de indefinição de nossos valores morais, com jovens incautos sendo pais e mães de famílias.
Outro porém é o fato de, depois de Pixote, outros "Pixotes" vieram e ainda outros virão, sem a sociedade ter conseguido consertar nossa delinquência juvenil. Infelizmente somos perdedores nesse quesito, inseridos em uma vida individualista.
Abraços.
comentou em 02/09/2010 04:40
Olá Luis:

Eu também achei meio forte, não sei se foi porque o diretor reuniu todos os problemas em um filme só. Os filmes da década de setenta eram ainda mais forte.

A única coisa que eu sei é que o filme parece um tratamento de choque, mas é um dos maiores clássicos do cinema. Também é irônico o fato de Pixote não ter sobrevivido na vida real.

ABS
comentou em 02/09/2010 04:51
Olá Elcio:

Lendo seu comentário, eu me lembrei do papel de mídias de massa, como o cinema or exemplo, certamente o cinema tem muito a ver com esse crescimenta da violência. A TV com seu velho drama das mães solteiras e rapazes interessados em sexo casual. Para finalizar e completar toda essa anarquia, basta acrescentarmos impostos altos, o que ajuda muito na desiguladade e corrupção, gerando classes marginalizadas que passam a fraficar, ajudando os riquinhos mimados a abandonar as namoradinhas suburbanas.

É melhor eu parar por aqui.

Um grande abraço.
comentou em 02/09/2010 04:51
Olá José Sidney:

Infelizmente foi.

Em alguns momentos eu imagino que nós temos governo só para desfrutar das riquezas, enviando nosso dinheiro para o exterior.

Além disso, fica claro, como você falou, que a justiça “Pixote”, é feita à revelia da justiça. Como uma dihittiana bem lembrou, na classe média, tem-se uma noção do que é certo ou errado, na classe baixa não se tem nenhuma noção de nada.

ABS.