Sua opinião:
comentou em 04/07/2009 18:58
Concordo em parte com vocês, amigas.

Pretendo, inclusive, fazer um documentário sobre esse assunto posteriormente de tão interessante que é.

Particularmente, discordo pelo fato de criticares a forma de buscarmos contatos, amizades, amores via internet.

Absolutamente não procede.
Aqui mesmo, este site não é de relacionamento e acabamos por criarmos elos, amizades que de virtuais quase não tem nada, porque ultrapassamos a barreira do teclar e fomos para o telefone, para o encontro (como ocorreu comigo e outros em SP) e tantos mais que acabam buscando o encontro corpo a corpo. A Emília de Portugal, é exemplo vivo disto, pois esteve com a Luka.

Eu, como a maioria sabe, sou separada e estou num site de relacionamento, onde, no ano passado, mantive uma relação de quase um ano com pessoa de outro Estado. Não deu certo por razões alheias ao fato de termos nos conhecido num site.

Assim como eu, inúmeras pessoas tem nesse instrumento, a comunicação, o aprendizado, a porta para tantos e tantos profissionais, o tão necessário amor que é difícil de achar, principalmente na maioridade.

O nosso Rodrigo Piva, em uma ocasião nos disse que foi através da internet que conheceu sua cara metade. O Márcio de Blumenau, idem e assim tantas e tantas pessoas que são de índole idônea, finalmente, através da internet, acham seus pares. Isto no que se refere a amores.

Não salientei a importância dos sites no âmbito profissional que até aqui se dão de forma dinâmica e de respeito.

Desta forma, sempre encontraremos pessoas de má conduta em qualquer ambiente ou tipo de contato seja perto ou longe, seja via web cam ou frente à frente. O risco é para todos.

O importante nisto é o uso do bom senso, da precaução até chegar-se ao objetivo que, se for o de não estar sozinho, terá nesses sites a resposta e saida para o problema.

Neles, contrariamente ao dito, nunca mais estamos sós e nem por isto, deixamos de comer o churrasquinho de domingo na casa da mãe!

Um beijo no coração,

Maria Souza - Porto Alegre - RS
Sim maria eu concordo com vc em muitas coisas, inclusive tenho uma amiga minha que está apaixonadíssima por um homem que conheceu na internet, eu atpe o conhecí e sabe que o cara é bacana?
Mas o que eu quis dizer é a que ponto nós chegamos, de ter que conhecer pessoas pelo computador, e não numa festa, nun casamento, num
lugar tranquilo e gostoso, isso é que eu quis dizer, que não existe mais romantismo, não existe mais aquela atração física que causávamos tempos atras, não sei se me fiz entender.
obrigado.
bjus
pat
respondeu em 04/07/2009 19:19
Agora sim!

Mas querida, vou te dar o meu exemplo e que é de tantos:

- Não fomos criadas para irmos a bares, restaurantes e se expor para estranhos.

Se fizesse isto para encontrar alguém, diria que é quase a mesma coisa: nos abordará uma pessoa estranha que não sabemos se mente, se é bandido como dizes.

Então, nossa solidão termina no momento em que estou aqui falando contigo via computador!!

Estou aqui reservando meu tempo para uma pessoa que adoro e que conheci por este meio e assim se dá contigo, com todos os outros que não precisam gastar em passagens aéreas para bater um papo com alguém de Portugal, Las Vegas ou Ceará.

Claro que é triste de certa forma, saber-se que existem tantas e tantas pessoas usando desse meio para se libertar do vazio. Mas ainda é o meio mais seguro de plantar grandes amizades e negócios.

beijos, Maria
Acho que amizades ainda é possivel, ter-mos por aqui, aliás eu mesma já fiz grandes amizades aqui dentro como vc é uma delas, mas o que me preocupa são as crianças que estão aí nascendo, e nem sabem mais o que é um brinquedo, uma pá para brincar na areia, um castelo de areia... tantas coisas que nós duas Graças a Deus tivemos a oportunidade de fazer. E eles? terãoum teclado, uma tela, e mais nada? Sei lá acho que sou muito romantica ainda.
bjus pat
comentou em 04/07/2009 21:16
Faltou citar o MP3 players. Hoje em dia mal se conversa nos ônibus, nas praças, até mesmo em carros, pois as pessoas já saem de casa no seu "mundinho" do MP3 player
É verdade Sletari ninguém mais nem escuta o que a gente fala. Bem lembrado. Obrigado.
bjus
patchulla
comentou em 04/07/2009 22:11
Penso que a Sandra está fazendo escolhas de maneira sábias, concordo com a Maria (a Sousa) sobre o uso do bom senso, compactuo com a Maria (a Lúcia) quanto a esta nova realidade que encurrala as pessoas dentro de casa para viver uma vida ilusória.
Talvez a grande pergunta que deve ser feita é: Você está feliz assim? Alguns dirão que sim, outros que não, de minha parte sinto-me feliz por navegar nos dois mundos e colecionar aprendizados em ambos.
As vias da internet me fizeram cruzar e me comunicar com pessoas que sequer sabia da existência, mas não me dedicaria a ela em detrimento de minha realidade palpável, do contrário estaria contrariando meu bom senso e me tornando alguém com meu mundinho como bem citou o João Henrique.
está certo nogueira, eu tbm gosto de navegar e dos meus amigos da internet, só que eu vejo os meus sobrinhos e penso, nossa na idade deles eu estava brincando, namorando, curtia estudar e ter a minha turma de colégio, iamos para cinema, cabulávamos aula, e sabe o que eu vejo quando olho pra eles? V~ideos Games e internet, e Orkut, e Msn. nada mais ninguém mais se preocupa em namorar... nem em nada mais. Eu, eu mesma, sei que fui muito mais feliz do que eles.
Agora depois dos 40, tdo bem que vc fique na internet, vc já curtiu a sua infância, então porque não?
bjus
patchulla
comentou em 05/07/2009 12:01
pessoal estamos em outra época, concordo com todos, mas não podemos esquecer que a evolução e algo explicado na ciência ,as crianças de hoje não precisam de internet ou qualquer meio para evoluir suas mentes, ja são uma fonte impressionante de aprendizagem, são totalmente diferentes de 10 ou 20 anos atrás,mas cabe a nós levarmos a eles a tecnologia aliada as brincadeiras antigas e saudáveis...quem faz o ser humano do amanhã e aqueles que estão em seu ontem e hoje...cumpra seu papel...fuiiiiiii
obrigado Moreijo
bjus
pat
Muita das vezes passamos nossa vida inteira pensando que não estamos só, por ter-mos uma compamnheira (o) e ao final vemos que nos enganamos e que sempre estivemos só.
Abraços
Também penso assim às vezes.
obrigado
bjus
patchulla
comentou em 05/07/2009 20:58
Salve, minha querida Confrade!
Quero antes de mais nada parabenizá-la pelo bem escrito artigo e pela feliz abordagem do assunto!
Eu disse uma certa vez aqui, que o gênero humano foi constituido com o instinto das formigas, das abelhas e de toda sorte de ser vivo que mitiga pululando em intermináveis e coesos grupos, dotados que são, do genético instinto gregário; É natural - ou seria - que ao sermos levados por qualquer circunstancial conjuntura a um tipo de isolamento,ou sentimento de solidão, busquemos o auxílio do que nos pareça mais eficientemente eficaz para aliviar-nos a dor da atípica ausência de companhia. Sim, isto seria o natural, porém, desde de bastante tempo que,(Não nos esqueçamos do movimento filosófico da individuação da França do século XIX) o sentimento de competitividade, como premente necessidade de sobrevivência, a imposição impiedosa da mídia massiva, colocando sempre o individuo e não o grupo, como o centro de tudo e fatores socio-psicológicos, nos tem levado a um tal estado de egocentrismo, que com o passar da eras, esse passou a ser o nosso "modus vivendi" comun. Considero que toda a tecnologia desenvolvida e disponilibizada pelo sitema humano de coisas, nos tem propiciado interagir de maneira universal com todos, criando possibilidades inimagináveis, porém, se nos deixarmos levar, engolfados por tais facilidades como o único meio de satisfazer uma de nossas necessidades mais primitivas, a saber, a companhia de outros, estaremos sim, fadados a flutuar no interminável limbo da VIRTUAL SOLIDÃO ACOPAMNHADA!
Sinta-se acompanhada pelo carinho do Cavaleiro Virtual! (Paradooxal, não?)
Este sempre teu Confrade: Max costa
Meu Confrade e não é que vc está certo? Adoro as suas palavras. Obrigado pela sua opinião.
bjus
Patchulla
comentou em 06/07/2009 00:11
Acho que mais importante do que não estar sozinho é não ser sozinho...
Hoje tudo é concebido, elaborado, construído para seres solitários. Não é à toa que a venda de animais de estimação e antidepressivos aumenta ano-a-ano.
De certa forma, a internet e a tecnologia em geral surgiram como uma solução para essa solidão toda, mas com o tempo, penso eu, tornaram-se apenas um paliativo, eis que muitas pessoas passaram a encará-las como um fim e não como um meio...
Jamais um computador, a TV, um rádio ou um telefone, vão substituir o calor humano, a companhia presencial, o passeio ao ar livre, o toque, o cheiro, o olho-no-olho, o beijo na boca...
Enquanto o mundo for mundo o ser humano precisará, como regra viver junto a outros seres para sentir-se feliz...
É minha opinião.
Um abraço,
Mauricio
oi Mauricio muito bom o seu comentário, vc pegou no que eu queria falar, que não é mesma coisa. E de resto eu concordo com vc. Para muitos o computador é uma cia. e tanto, inclusive para os depressivos.
Obrigado
bjus
pat