Curiosidades
Paulinho
enviou
em 19/08/2010 20:37
Verdades de gordos e da mulher que luta para virar a maior gorda do mundo.
Quem convive com gordos, acaba descobrindo os macetes para desmascará-los, o que de nada adianta, pois como se trata de uma síndrome, gordisse não se cura com dietas. Assim, mudam-se os nomes dos portadores da doença, mas as verdades continuam as mesmas.
Quem convive com gordos, acaba descobrindo os macetes para desmascará-los, o que de nada adianta, pois como se trata de uma síndrome, gordisse não se cura com dietas. Assim, mudam-se os nomes dos portadores da doença, mas as verdades continuam as mesmas.
São monges transcendidos de manhã.
Não conheço nenhum gordo que não se gabe de fazer boquinha de siri pela manhã, é o turno preferido por eles para manter a fama de santinhos do pau oco.
Odeiam água.
Tanto que tomam litros de refrigerantes, sucos, leite, café... qualquer coisa que não seja água pura, o que é um belo pontapé na saúde.
» Como emagrecer com água aprendendo a diferenciar sede de fome.
Assaltam a geladeira à noite.
Está comprovado cientificamente que comer alimentos hipercalóricos à noite engorda muito mais do que quando a sua ingestão é diurna. O problema é que todos os eventos sociais, palcos de comilanças homéricas, são marcados justamente à noite.
» Comer a noite engorda mais? Cientistas dizem que sim.
Quando empolgados com o regime, fazem jejum.
Por incrível que pareça, como eles tem muito forte na cabeça a ideia de que emagrecer "é fechar a boca". Assim, quando se engajam fortemente numa dieta, chegam a usar até o recurso mais extremo do jejum. O que não deixa de ser uma grande bobagem, pois além riscos à saúde, o corpo tende a baixar o metabolismo, anulando qualquer possibilidade de emagrecimento.
Trocam olimpicamente alimentação saudável por porcaria.
Até as pedras da rua sabem que os gordos trocam um prato de comida por uma fatia de torta. É um péssimo negócio, diga-se de passagem, pois as doses cavalares de açúcar branco desempenham o papel de atiçadores dos centros de prazer do cérebro na sublevação do corpo para o cometimento de futuras “boquinhas” desta mesma natureza.
Preferem pílulas miraculosas ao invés de mudar os hábitos.
Sabe-se que a obesidade é uma síndrome, logo, a doença não se restringe apenas ao nível do distúrbio alimentar. Enquanto as múltiplas questões no terreno da compulsão e da ansiedade não são tratadas, a preferência dos gordinhos sempre recai sobre as últimas novidades no arsenal químico farmacológico feito sob medida para queimar gorduras e diminuir o apetite.
O bicho pega nas horas ermas.
Dificilmente você flagrará um gordo comendo pantagruelescamente em público. Normalmente, na frente das pessoas eles comem feito passarinhos, para “pegarem no pesado” nas horas ermas, tipo, pedir pizza gigante às 3 horas da matina e um “litrão” de 2,5 litros de coca-cola para fazer uma boquinha solitária.
Alguns gordos que criam coragem de assumir abertamente a síndrome, eventualmente tentam "voos mais altos":
Mulher de 270 quilos luta (comendo feito doida) para chegar à 450 Kg e se tornar a mulher mais gorda do mundo, para conquistar o Guinness Book.


Atitudes racistas ou homofóbicas são publicamente condenáveis.
Por outro lado, parece que não há nada de errado em fazer piadas de mau gosto sobre a aparência de pessoas gordas.
Diferente do negro e do gay, o gordo raramente é poupado de comentários sobre o fato de ter emagrecido ou não - como se isso fosse o equivalente a ter mudado a cor dos cabelos.
O preconceito aparece em diversas situações, como mostra a pesquisa realizada recentemente com 9.405 leitoras através da Revista Marie Claire.
No caso da mulher, a gorda é 'simpática' ou, no máximo, 'tem um rosto bonito'.
Se quiser andar na moda, tem que fazer roupa sob medida porque o GG não costuma freqüentar as araras dos bons estilistas.
Se for disputar uma vaga de trabalho, precisa torcer para que nenhuma magra queira o mesmo posto.
E, se resolver malhar na academia, vai ter que superar a incômoda sensação de que é o centro das atenções.
Porque o mundo não perdoa quem está fora das medidas, é uma convenção, a lipo-cultura corporal.
Ser gordo não é opção. É destino.' Quem afirma é o endocrinologista Alfredo Halpern, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto obesidade, na reportagem de Marie Claire.
Muitas vezes, a pessoa gasta poucas calorias, ou acumula gordura com mais facilidade. Há, ainda, organismos que têm dificuldade de utilizar gordura como fonte de energia. E tudo isso pode ter causas biológicas.
Um desbalanço em determinado gene pode criar uma necessidade de comer açúcar que só algumas pessoas sentem, assim como um desequilíbrio genético de outra espécie faz com que alguém tenha uma fome voraz. E não é sem-vergonhice, é fome de verdade.
Poucos têm algum sucesso na tentativa de emagrecer, à custa de muito esforço ou de intervenções cirúrgicas. É preciso lutar contra forças químicas, metabólicas, hormonais e neurológicas, comandadas pela genética e facilitadas pelo meio em que vivemos. Até a capacidade para atividades físicas tem a ver com genética. Hoje já se sabe que o bebê de uma mulher gorda se movimenta menos do que o filho de uma magra. E assim será, por toda a vida.
Essa mulher vai conquistar o Guinness Book e perder a vida!
Lamentável!
Bjokas no coração,
Biana Bac