Humor
Roberto
enviou
em 01/07/2009 19:15
popular
em 02/07/2009 01:27
Movimento: Fora Sarney!
Tirinha de humor, satirizando o cotidiano do Brasil e do mundo. Clique para ler mais - thirinhas.wordpress.com
Humor
Roberto
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Tirinha de humor, satirizando o cotidiano do Brasil e do mundo. Clique para ler mais - thirinhas.wordpress.com


Nem eu gosto dele e não sou daí...
Abraços
Luísa
Eu concordo com você, devemos fazer força para que isso que está aí tenha um basta. Não podemos mais admitir que esse processo de demoralização da política e de órgãos públicos e da República sejam desmoralizados.
Abraços
Francisco Castro
Sarney deveria aproveitar esta sua última chance de demonstrar um pouco de decência, renunciando ao cargo de Presidente do Senado ou, no mínimo, pedindo afastamento temporário, para que as investigações possam ser realizadas com a isenção que os eleitores, pagantes de impostos, merecem.
Nada menos do que isto.
Abraço,
Edu
Nova mobilização Fora Sarney!
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Uma coisa que deveria ser positiva acabou virando um fiasco
Abraços
boa tirinha, abraços
Para confirmar ou cancelar o envio da mensagem favor seguir as instruções logo a seguir.
Eu tô fazendo a minha parte e pedindo gentilmente, e você?
Não subestimem a tranquilidade do brasileiro Srs. políticos, porque se um gigante desse se enfurecer, será algo inédito na história da humanidade.
Exatamente, o SArney deveria ir para o quinto dos infernos!
Ótima postagem
A sociedade não aguenta mais. Fora Sarney. ...
O Brasil não pode se vender por Cartões de Bendfícios, enquanto a festa é realizada com Cartões Corporativos.
O Brasil não pode se vender por Cartões de Benefícios, enquanto a festa é realizada com Cartões Corporativos, mensalão, passagens e outras regalias que deviam ter somente os que devolvem o trabalho em dobro.
O Zé Dirceu e o Palocci saíram mais rápido!
O Senado Brasileiro está mergulhado numa profunda crise ética e de moralidade pública, com atos não normatizados e todas as formas de utilização espúria do dinheiro público partilhado entre os mandatários do Senado brasileiro, conforme obriga-se a denunciar a grande imprensa.
O chefe geral das maracutaias é o próprio presidente do Senado, José Sarney, assim como grande parte dos representantes da Mesa Diretora, com a contratação de parentes, a prática de nepotismo deliberada e outros senadores denunciados pelo esquema das contratações ocultas e secretas.
Como um bom jogador dos meandros da política brasileira, a Raposa Sarneyana parte para a tática do ataque como elemento de defesa, desfoca e despersonaliza suas maracutaias e joga para o conjunto do Senado matar no peito e botar a bola no campo novamente; como se tudo que vem ocorrendo fosse natural.
O que está em cheque são os sucessivos escândalos que tem tomado conta da opinião pública que se enoja e enjoa com o comportamento corporativo dos senadores. Claro que toda essa excrescência (senadores eleitos e a própria instituição) existe em função dos balcões de negócio em que tem se transformado as campanhas bilionárias desses senhores e que, ao final, em nada mudam na vida da classe trabalhadora.
Outro fato a ser destacado é a existência, no Brasil e em vários outros países, da representação bicameral, com a Câmara e o Senado, que se congregam no que conhecemos como Congresso Nacional. Em nossa opinião, o Senado não tem nenhuma função que justifique a sua existência, ainda que não nos iludamos com o papel da Câmara dos Deputados, que atua quase sempre em defesa dos interesses da classe dominante e também vive mergulhada em escândalos de corrupção.
Por isso, considerando a atual conjuntura e a presente correlação de forças em nosso país, defendemos que o Senado não deveria continuar existindo, pois além de representar gastos desnecessários aos bolsos dos contribuintes brasileiros vive de desmandos e da farra com o dinheiro público, além de só atuar para emperrar a tramitação e aprovação das leis urgentes e necessárias, pelo seu papel de casa revisora, em nosso país.
Da mesma forma que houve sensibilidade e engajamento pelo fora Collor, FHC, Fora o FMI, Fora Renan, com ampla participação das forças democráticas, devemos sair às ruas pelo Fora Sarney, pelo fim do Senado e por uma câmara única, pois neste momento, até a mídia burguesa não suporta o grau de oportunismo e degeneração desses políticos, com as práticas de corrupção institucionalizadas por eles, e pela inutilidade do que representa o Senado, que hoje é, de fato, uma instituição caduca e senil politicamente. Embora sua existência seja ainda uma realidade, politicamente já não se justifica sua existência enquanto representação dos Estados.
- Confisco, condenação e prisão dos políticos que acumulam riqueza com o dinheiro público!
- Fora Sarney, pelo fim do Senado e por uma câmara única!
BLOG: http://zonaderiso.blogspot.com/
vamos nós mesmos darmos ao cel sarnei e companhia o mesmo destino do collor e tambem ao renam,welitom salgado e todos os que o apoiam ate mesmo o presidente.
OBs.para mudarmos tudo isto vamos abster o voto,lutarmos p o voto distrital e sem essa de sofrermos retaliaçoes ate porque
jamais teremos acesso a dinheiro publico ,ou entao precisaremos de passaporte e tao pouco um cargo no governo ja que nao somos namorado de nenhuma neta destes oportunistas de carreira
Nova mobilização Fora Sarney!
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
24/10/2007 ⋅ Enviar para amigo ⋅ Comentar
Pouca gente sabe, mas um funcionário do Senado, que ocupa o cargo de policial legislativo federal, chamado Fernando Aurélio de Azevedo Aquino foi extremamente atuante nas eleições do ano passado no Amapá. Como advogado ele assinou, segundo comprovante expedido pela Justiça Eleitoral, exatas 105 ações, todas tinham de um lado a coligação PMDB-PDT, ou Sarney-Waldez, e do outro o PSB, Capiberibe-Cristina, ou diziam respeito ao funcionamento de meios de comunicação.
Fernando Aquino foi o advogado responsável pela juridicamente bem sucedida ação movida pelo então candidato à reeleição ao senado, José Sarney, contra o Uol – Universo Online – e as irmãs Alcilene e Alcinéa Cavalcante, que mantinham blogs hospedados no Uol. O alvo de Sarney era a imagem utilizada na campanha Xô Sarney, movida pela sociedade civil contra a candidatura do ex-presidente. Além das irmãs Cavalcante, Fernando Aquino habilmente tirou do ar sites da internet, estações de rádio e programas eleitorais de todos aqueles que criticaram Sarney e Waldez Góes, deixando um enorme rastro de jornalistas, e emissoras endividados.
Imagem: Acão contra o Uol e as irmãs Cavalcante ficou conhecida nacionalmente
O jornalista Domiciano Gomes, que comandava no ano passado o programa “Revista matinal” numa rádio local junto com o jornalista Humberto Moreira, teve por diversas vezes seu programa tirado do ar pela ação de Fernando Aquino e hoje deve mais de R$ 800mil à justiça. “Eu tive oito ações contra mim, todas as dívidas aplicadas contra mim foram entre R$ 100 e R$ 120 mil, devo aproximadamente R$ 800mil, estou no Cadim(Cadastro Informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais) e parece que não tem muito jeito.”
Alcilene Cavalcante deve hoje R$ 25 mil reais à justiça e diz indignada “pra mim a sensação que fica é a do tratamento desigual por parte da justiça. Não tem nada demais um funcionário público estar advogando na área eleitoral aqui, e tem problema demais, a ponto de ser multado em R$ 25 mil, um blog que não tem nem espaço comercial?”. A situação da jornalista Alcinéa Cavalcante é ainda pior, “na terça-feira da semana passada minha dívida com a justiça era de 1.032.747,12, meu nome esta no Cadim e eu não pago e nem vou pagar porque não sou corrupta nem mensaleira, não tenho tanto dinheiro. Para o senador Sarney que tem muito dinheiro e ninguém sabe muito bem a procedência, pode parecer pouco, mas para um trabalhador honesto, nem trabalhando a vida inteira consegue juntar tudo isso”, declara Alcinéa.
Imagem: o símbolo do movimento Xô Sarney
Férias do barulho
De acordo com o artigo 73 da Lei 9504/97 (Lei das Eleições), é proibido aos agentes públicos “ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado”. Com base nessa lei, o senador José Sarney e o governador Waldez Góes foram acionados judicialmente no TRE- Tribunal Regional Eleitoral- do Amapá por Joel Cilião, candidato derrotado a vice-governador pelo PRP/AP – Partido Republicano Progressista – para explicar a utilização de um funcionário do senado nas suas campanhas eleitorais, trata-se exatamente de Fernando Aquino. Cilião pede a aplicação de multa e cassação dos mandatos dos dois pelo uso de funcionário público na campanha.
Em sua defesa, José Sarney e Waldez Góes alegam que Fernando Aquino estaria no gozo de férias aqui no estado. Para comprovar foram apresentadas duas certidões com números e datas diferentes. O Diário Oficial com a publicação do decreto assinado dando férias ao servidor não foi apresentado.
Em uma das declarações, a de no 170 – datada de 05/09/2006- o Chefe do Serviço de Direitos e Deveres da Secretaria de Recursos Humanos do Senado Federal, Vivaldo Palma Lima, declara que Fernando Aquino gozou férias entre 14/08 e 12/09 de 2006. Na outra declaração de no 193 datada de 11/10/2006, o mesmo funcionário declara que Fernando Aquino gozou férias entre 14/08/2006 e 02/10/2006. Se a segunda declaração estiver correta, o senado foi além do pedido de férias feito pelo próprio Aquino, que requereu a concessão de apenas 30 dias de férias, período que consta na primeira declaração de Vivaldo.
Imagem: duas declarações oficiais com teores diferentes
Imagem: no pedido constavam apenas 30 dias de férias
Para justificar o período entre os dia 10 e 11 de agosto, que não estaria coberto pela férias de Fernando Aquino, o então senador Geovani Borges – que assumiu o lugar do irmão Gilvam durante o período eleitoral – assinou uma declaração dizendo que Aquino teria vindo ao Estado do Amapá naquela data no escritório político de Gilvam onde estaria “aperfeiçoando sua estruturação”. Ele teria cumprido expediente no horário de 07h às 15h. Por coincidência, durante o período eleitoral as sessões no TRE começam as 16h, assim Fernando Aquino ficava livre para exercer a profissão de advogado para o senador Sarney e o governador Waldez Góes junto ao TRE.
Imagem: Até o horário é conveniente para que o funcionário público advogue sem ferir a lei eleitoral
Cobertor curto
Apesar das longas férias de Aquino e de toda a documentação oficial que supostamente a comprovam, ainda ficaram duas ações assinadas por ele fora dos períodos “justificados”. Trata-se de uma ação movida no dia 07 de agosto de 2006, pelo Partido Socialista Brasileiro contra a rádio Antena I, de propriedade da família do senador Gilvam Borges, apadrinhado do senador Sarney no Senado da República, onde Aquino figura como advogado dos réus. A outra data de 08 de junho do mesmo ano, onde Fernando Aquino figura como advogado de defesa da TV Tucuju, canal 24, emissora de propriedade da família de Gilvam Borges no Estado.
Indeferido
O juiz do TRE-AP, Luiz Carlos Santos, relator do caso, aceitou as provas da defesa do senador José Sarney e de Waldez Góes, ele entendeu que o trabalho de Fernando Aquino no Amapá foi feito durante período de férias e fora do horário de expediente e julgou improcedentes os pedidos articulados na inicial de Joel Cilião.
O processo continua
Depois da decisão local Joel Cilião ingressou com agravo de instrumento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo ainda a cassação do senador José Sarney (PMDB) e do governador eleito, Waldez Góes (PDT). O relator da ação será o ministro Ari Pargendler.
Cilião acusa Sarney: ele usou a máquina e a influência
Aos 46 anos, o paranaense Joel Gilberto Cilião fala com orgulho que é presidente da associação dos imigrantes do Amapá e que acalanta o sonho de conquistar um mandato de deputado federal pelo PRP, partido que preside. Perguntado se não acha difícil vencer uma ação como essas contra um homem poderoso, ele responde de forma direta “eu acredito que tenho chance porque ele usou a máquina e a influência que ele tem para cometer crime eleitoral e vai ter que pagar por isso. Acho que ele deveria ter um pouco mais de respeito, jogar limpo nas campanhas políticas, não usar da influência que ele tem como ex-Presidente da República – senão é a mesma coisa que eu resolver brigar com uma criança, qual a chance que uma criança vai ter contra mim?”
Tags: senado
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