Banco Mundial: desigualdade de gênero é estupidez
Beth
enviou
em 09/03/2012 12:27
popular
em 11/03/2012 06:00
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Por favor, aguarde enquanto preparamos sugestões de leitura para você...
ótimo o seu artigo, ao invés de só enaltecer as mulheres, ele trata de informações seguras, análises motivadoras. Muito bom.
Todo país economicamente desenvolvido sabe disto: A liberação feminina, o aculturamento, a inserção no alto nível do mercado de trabalho e na esfera política, das mulheres, impulsiona a economia de uma nação.
Não é à toa que os EUA foram os primeiros a apoiarem e divulgarem as causas feministas e, o japão ainda no século XIX, custeou os estudos de uma Japonesa nos EUA com as intensão de forma-la como educadora ocidentalizada e promover ao seu retorno ao Japão a ocidentalização da mulher japonesa e a consequente derrubada do machismo que imperava e travava os projetos de crescimento econômico do país. O Resultado foi altamente satisfatório, Umeko Tsuda voltou ao Japão e deu início a vários movimentos de inserção da mulher no ensino superior, no ensino do inglês, fundou escolas e organizações com este fim.
No mundo inteiro as grandes empresas já sabem da necessidade de se ter mulheres em cargos de chefia para ampliar seu desenvolvimento, enquanto a África, Ásia e alguns pontos isolados inclusive no Brasil ainda sustentam o machismo, com a ignorância que lhe é peculiar, até mesmo a de reter a grande evolução que a ação das mulheres trazem a uma nação.
Beijos, querida!
(andei sumidinha viajando)
Realmente senti a sua ausência.
Receber comentários que acescenta conhecimento, é agregar valores ao que escrevemos e/ou repercutimos. O seu faz isso muito bem.
Não, não sabia. Mas sempre percebi por leitura e observação que países que passaram por guerras como os USA e Japão, tendem a valorizar além da reconstrução, o desenvolcimento humano pleno, incorporando os dois gêneros.
As vezes creio o brasileiro por terem sido “tão abençoado em tudo”, não valoriza as suas riquesas no sentido lato, e preferem o atalho da reclamação ao invés da caminho da participação e conhecimento. São poucos, muito poucos que cumprem este papel.
Depois reclamam dos resultados eleitorais, sejam eles quais forem.
Gosto demais quando você aparece... rsrsrs
Não suma viu!
Grande beijo e bom domingão.
agora você disse tudo. Já escrevi um post com esta ideia sua, o título era: A riqueza que prejudicou. Também acho que um dos maiores determinantes do comportamento apático e reclamão do brasileiro é terem nascido em uma nação rica, não terem enfrentado guerras, clima hostil ou destruição em massa, não ter sido exigido do povo esforços sobre humanos de reconstrução. Aqui tudo está a mão, a terra é rica e acolhedora, o clima não nos mata e, como diz o outro, com um chinelo no pé e um pé de mexerica, todo mundo sobrevive, se não quiser fazer esforço, vai viver assim no Canadá durante o inverso pra ver o que acontece ao sujeito.
Não suna não Beth, adoro os seus posts e textos úteis.
Beijos!
Mas, como imagino que o conteúdo seja mais importante que a forma, creio que serei perdoada.
Então, fiquei com vontade de ler o seu texto. Se puder mandar para mim, ficarei feliz.
Pode mandar no e-mail: blogdabethmuniz@gmail.com
Beijo Van.
Obrigada pela partilha.
esqueça os erros eu também erro o tempo todo, viu como escrevi a palavra sumir? E ainda esqueci de colocoar o verbo vou antes. Pois é, escrevo errado demais, vamos desconsiderar estes pormenores e nos concentrar no conteúdo, ok?
Acabei de enviar o texto em seu e-mail. Obrigada pelo interesse.
Beijos afetuosos