Sua opinião:
Atena, minha amiga!

Já é inerente, com pesar que digo, o ser humano ter a mania fétida de não assumir seus erros...
É mais fácil jogar 'pro outro', e para fugir de suas falhas, chega-se às raias do cinismo: vemos o 'culpado' cometer a gravidade, mas diz com o intolerável 'Não fui eu!', tão descaradamente, que dói...
Nosso crescimento real só se dá se admitimos nossas imperfeições (costumo duvidar de gente 'perfeita'!) e controlarmos para que faltas graves não se repitam.

Seu post é maravilhoso!!!!
Abrangente e objetivo; obrigada!

Beijos,
Mary:)
respondeu em 07/06/2011 18:20
Mary:
Que bom que gostou, obrigada.
Ao ler seu comentário lembrei de situações que presenciei exatamente como você colocou: “Não fui eu!”
Infelizmente são os fracos de ego ou de caráter... fazer o quê? rsrs
Realmente, para evoluirmos é necessário admitir também as imperfeições.
Beijos, querida
comentou em 05/06/2011 19:15
Amei a tua postagem e acredito que seja assim mesmo.
Acredito que somos aprendizes e que muitos ainda não se deram conta.
Acredito que não podemos mudar o outro, mas podemos mudar a nós mesmos e , a partir de nosso exemplo, sensibilizar o outro a querer este auto-conhecimento e mudança.
Com certeza não é fácil olharmos para dentro de nós mesmos e encararmos as nossas deficiencias. Mas, quando o conseguimos, certamente conseguimos viver melhor.
Parabéns pelo texto, bjs.
respondeu em 07/06/2011 18:37
Gisele:
Você diz muito bem aqui: “Acredito que não podemos mudar o outro, mas podemos mudar a nós mesmos”
A mudança depende de cada um, mas eu sei que é difícil para muitos. É preciso consciência e maturidade. Alguns chegam aos 90 sem tê-la alcançado. rsrs
Obrigada pela visita e participação, seja bem vinda.
abraços

comentou em 06/06/2011 14:03
Isso mesmo se o cara escolheu ser Gay, agora assuma a responsabilidade e aguente as gozações!!!!
respondeu em 07/06/2011 18:25
Caro Marivan:
homossexualismo não é questão de escolha. Se não for assim, como se explicar crianças que desde tenra infância já demonstram características e assumem atitudes do sexo oposto?
Pense nisso.
abraços
comentou em 06/06/2011 18:26
Atena!

Não se sabe ainda quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha, só sei de uma coisa.
Por mais que você procure se redimir de alguma coisa que fez ou deixou de fazer, ninguém vai acreditar em você se for sincero.
Extrapolar, delegar, elevar o ato de omissão e de transferência de culpa, não é só do mau elemento, mas sim de grande parte da população, pois é um vício, um costume, um cancro que vem de muitas gerações.
Se posso me livrar culpando outrem, porque assumir o erro.

João Bosco
respondeu em 07/06/2011 18:29
João Bosco:
Eu nunca tinha pensado dessa forma, mas realmente é um vício, dos péssimos.
Obrigada pela participação.
abraços
comentou em 06/06/2011 22:09
Olá Atena!Gosto do que escreve!
Desta vez,discordo em parte,sobre sermos responsáveis por todas as escolhas e culminar com o exemplo do voto-concordo que devemos ter sempre em mente responsabilidade e o fato de que não podemos mudar o outro(mas podemos desejar que mude ou crer no que aparenta ser!).
Sempre haverão os que detém poder e abusam dele. Não acho que temos responsabilidade pelos erros que outros cometem conosco, principalmente políticos.Votamos, fazemos escolhas, muitas vezes pela fé que nos move ou desejo de sermos felizes. Muitos de nós votam porque são obrigados,mas não há no sistema o que nos permita saber se estamos sendo enganados por aqueles que nos manipulam com promessas e caras de bons moços. O sistema é corrupto; e nele,para manter-se honesto, é como se lutasse para levar de volta ao cume da montanha, a bola de neve que já começou a rolar.
Sei que temos responsabilidade por nossas escolhas, mas não gosto de tirá-la dos ombros de outros para só colocar nos meus,ou nos de quem sofre situação da qual não consegue sair, sem se machucar muito, sem desistir do que é por natureza ou sem fingir que está jogando o mesmo jogo. Fiz isto por algum tempo em minha vida- se as coisas davam errado,pensava que a responsabilidade era apenas minha. Perdoava ao outro,responsabilizava a mim. Ora bolas! Há pessoas que desenvolvem suas características de liderança sobre outros,mas poderiam usá-las de melhor forma,e abusam!E nem todos os que não querem ou não tem oportunidade de desenvolver a postura de dominadores/líderes, são pessoas comodistas ou ignorantes. Responsabilidade cabe sim, minha opinião, a cada ser humano que manipula o outro, sobre o qual tem forte poder emocional, financeiro ou de outro tipo, abusando dele por este ter feito escolha movida pela fé no outro ser humano e em si. E às vezes um aparente fraco tem poder e manipula um forte...
Sei que não devemos exagerar,nos acomodar,cada um tem deve mudar a si, mas os que tem o poder e a consciência dele,adultos sôbre crianças ou pessoas mais ingênuas, menos vividas, deveriam ter maior responsabilidade sobre seus atos.
É mesmo polêmico,minha amiga, como quando mulheres apanham de seus maridos e continuam com eles! como quando um filho/a continua amando um de seus pais mesmo que este abuse com agressões, ou alguém continue a entender que amor é só aquilo que recebe.Tenho limitações a respeito de julgar que culpa/responsabilidade deva recair apenas em quem está se sentindo infeliz ou se encontra em situação difícil.Somos responsáveis em algum nível pela felicidade do outro a nosso lado, portanto somos culpados se insistirmos em ter com ele uma atitude que não é justa como podería ser, ou quando não queremos ser honestos como poderíamos ser por abusar ou enganar outro apenas em nosso favor(e não por uma questão de sobrevivência).Difícil falar disto, sem me expor aos que dirão que culpar outros é querer se fazer de vítima. Claro que existem vítimas! Não sou cega,vejo isto.Você não? Não quero culpar outros por comodismo meu apenas, mas não quero inocentar os que agem mal recorrentemente, como os políticos,ou os que tem poder e consciência dele e se aproveitam disto.
Lido com isto tentando reconhecer que, o melhor seria a gente só querer mudar a si próprio mas, compreendendo que o perdão deve estar a nosso alcance para perdoar primeiro a nós mesmos, quando nos decepcionamos e por ingenuidade ou sonho, esperávamos maior compromisso do outro com a verdade, respeito,humanidade.(isto serve também para os pequenos relacionamentos).Pessoas dominam outros e os escravizam a seus desejos, por ter uma inteligência mais adequada a este tipo de atitude.A responsabilidade seria então dos que não estão preparados para agir de modo igual? É certo que um povo fraco morrerá nas mãos de um inimigo mais fortemente armado, mas, será responsabilidade então dos que pensaram em cultivar cultura e alimento,ao invés de armas? Tudo,é apenas minha maneira de ver as coisas.
Beijos, minha amiga,perdoe o comentário um tanto emocional,mas adoro vir aqui e poder conversar com você.
Vera.
respondeu em 07/06/2011 18:30

Vera:
Concordo que cada um tem o direito e até o dever de discordar, mas vou “levantar uma lebre” aqui e pedir para você refletir sobre.
Vamos ver esta sua frase: “Não acho que temos responsabilidade pelos erros que outros cometem conosco, principalmente políticos.” Temos sim, talvez não isoladamente, mas como povo. Há anos o brasileiro reclama dos maus políticos, mas até agora não fez nada para mudar essa situação vergonhosa que existe em nosso país. Por exemplo, se o povo se unisse e exigisse que senadores, deputados e vereadores não recebessem salários (cada um teria uma outra fonte de renda e poderiam legislar um dia ou dois por semana. Aliás eles ocupam menos tempo do que isso trabalhando) , se candidatariam pessoas bem mais interessadas em fazer o bem para o povo e a nação. Isso somado a outras proibições, lobbies por exemplo, diminuiria o descaso com que somos tratados e a robalheira também.
Todos nós somos responsáveis por situações que afetam a todos. O problema é que existe ignorância e falta de consciência (do povo como um todo).
Sempre haverá os gananciosos pelo poder, mas cabe aos demais “podar-lhe as pernas”.
Se existem abusadores é porque existem aqueles que se deixam abusar. Não dá pra fugir desta premissa.
“É certo que um povo fraco morrerá nas mãos de um inimigo mais fortemente armado, mas, será responsabilidade então dos que pensaram em cultivar cultura e alimento, ao invés de armas?” Sim, Verinha, foi a escolha deles e tem de arcar com as conseqüências. Não estou dizendo que é justo, é triste, mas é verdade. São escolhas que cada um ou um povo faz.
Esse tipo de raciocínio leva tempo para ser assimilado e aceito e não, necessariamente, nos deixa felizes, como coloquei no post.
Espero ter esclarecido melhor sobre o que falei no texto.
Adorei sua participação, pois é na diversidade de opiniões que está a riqueza de - ser humano.
beijos
comentou em 06/06/2011 22:45
Olá!

Ser responsável e fazer da responsabilidade uma marca registrada é o dever e a obrigação de qualqer pessoa séria.

Abraços

Francisco Castro
respondeu em 07/06/2011 18:44
Concordo com você, Francisco. Pena que nossos políticos não pensem assim.
Obrigada pela participação e abraços
comentou em 08/06/2011 09:40
Oi querida mestra,
Bela reflexão!
É claro que em determinadas dimensões não temos controle, visto que não depende só de nós a tomada de decisão. É a chamada falta ou ausência de governabilidade.
Sim, porque acredito que o termo não se aplica apenas aos governos.
Noutras sim. Depende de nós.
Eu costumo dizer que quando alguém que fugir das suas responsabilidades, seja na vida pública ou privada, utiliza as preposições, ao invés de usar proposições como forma de resolver conflitos e tomar decisões que impactem positivamente a todos. Então é um tal de “contudo, porém, perante, ante, pois, até, etc.”
Também acho que há uma grande confusão entre o papel do ensino (escola) com o da educação (núcleo familiar).
Como ter bons gestos de educação em sala de aula, se não se convive com gente educada em casa. E quando me refiro à educação, incluo todos os componentes como por exemplo, o respeito pelo semelhante, respeitando-se as diversidades e adversidades.
Como bem disse, não dá para por a culpa no mundo, se não fizermos a nossa parte. O mundo precisa de limites. E neste ponto, não sei que o dará.
Beijão querida.
Ah! Gostaria de repercutir o post no Travessia, se me permite. Com os devidos créditos, é claro!
Beth, querida:
Adorei essa das preposições, bem típico de um morador de Brasília, acostumado a ouvir políticos...rsrs
Você lembrou bem os “limites”, ah, a coisa anda feia, mas tenho fé que com tantos mais conscientizados atualmente, haja uma melhora, que, claro, será gradativa.
Quanto ao seu pedido, é uma ordem pra mim. rsrs Sinta-se sempre à vontade para copiar, plagiar, etc. Eu respeito esse negócio de manter créditos alheios porque sei o que os demais pensam, mas quanto ao que eu produzo, entrego para o mundo, não me incomodo de ser copiada ou plagiada porque considero o conhecimento como um bem de todos e não só de seu criador ou autor.
beijocas