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Nuzzi
enviou
em 27/01/2010 12:32
popular
em 28/01/2010 20:54
O idiota e a moeda
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.

Beijo no coração.
Bjuss,
Nuzzi.
Maravilhoso texto e transmite uma linda mensagem!
Parabéns pelo post!
Bjokas no coração,
Biana Bac
Muito obrigado, você sempre gentil!
Bjuss,
Nuzzi.
Beijos no coração.
Márcia Canêdo
Sei que não é facíl, mas como já lhe disse tenha fé,Deus sabe de todas as coisas!
Abs,
Nuzzi.
Que maravilhsoso texto! Deixa-nos uma linda mensagem1
bjs
joana
Muito obrigado!
Bjus,
Nuzzi.
Mais uma vez, parabéns.
Belo texto.
Abraços
Lucia
Não canso de dizer, muito obrigado!
Abs,
Nuzzi.
A história serve para várias lições como tu mesmo falou... o papel de bobo é de escolha propria, mas quando os bufões cansam, perdem todos.
Abraço
Geraldo
Somos donos do nosso proprio nariz, e ainda temos o livre abrítrio.
Abs,
Nuzzi.
Ótimo post.
bjs
Tem gente que se faz de boba, para podder viver, hehehehe
Bjuss,
Nuzzi.
Lindo texto
bjs
Muito obrigado!
Bjus,
Nuzzi.
Abraços forte
Abs,
Nuzzi.
Abraço, Fernandez.
muito obrigado!
Nuzzi.
Abraços bom final de semana>
Nuzzi.
ppalmeira
Muito obrigado!
Abs,
Nuzzi.
Beijos
Luísa
Penso assim também, hehehehe
Bjuss,
Nuzzi.