
Por enquanto, eles querem dividir os países da América Latina, jogando uns contra os outros. A principal tentativa é isolar o Brasil da Venezuela, inventando uma coisa estúpida à qual chamam "liderança do Mercosul" ou "liderança da América Latina". Isso não existe. É mania de troglodita estadunidense pensar. Quem cai nessa faz o jogo deles.
Mas a intenção é esperta: jogar o Brasil contra o Paraguai por causa de Itaipu, contra o Equador porque a Constituição de lá proíbe tolerar estrangeiros dando ordens em seu território, contra a Bolívia por causa do gás. A Bolívia contra a Colômbia, a Argentina contra o Chile e assim por diante. É uma estratégia velha, manjada, mas que ainda convence os incautos desinformados: dividir para reinar.
Interessa a essa lógica troglodita jogar os países latino-americanos uns contra os outros para acabar com a Revolução Bolivariana, que é um nome qualquer dado ao que realmente interessa: a unidade da América Latina para criar uma forte comunidade de nações, fortalecendo assim o hemisfério Sul, hoje praticamente escravo do Norte.
O Brasil é um todo
Dividindo nossos povos e dissolvendo nossas alianças entre vizinhos, pretendem manter a dominação. Acreditam que em alguns anos conseguirão salvar o capitalismo da ruína em que mergulhou com a terrível crise de 2008.
Enquanto isso, lá está Obama, fazendo o papel de algodão entre cristais, para tentar impedir a revolta popular e a eclosão da II Revolução Americana. Lula e sucessor(a) farão o mesmo. Talvez até deem uns tapas nas fuças dos vizinhos, para alegria do Norte.
Mas há outro projeto igualmente canalha: dividir o Brasil em duas ou mais repúblicas. Um grande impulso a esse projeto foi a vergonhosa negociação que deu na composição da Mesa do Senado: ela é toda nordestina, chegando, nos cargos menores, até o Centro-Oeste.
O Sudeste e o Sul, que são o carro-chefe da Nação, não foram escalados sequer para tomar conta dos engraxates do palácio.
Essa exclusão vai fazer assanhar os trogloditas. É sopa no mel para seu projeto: além de jogar as nações latino-americanas umas contra as outras, dividir o Brasil em dois ou mais países seria a glória.

Não deu certo?
Há "estrategistas" gringos lendo com atenção um livrinho antigo, mas assustador: "Porque o Brasil não deu certo - Causas da Inviabilização Econômica da América Portuguesa", de João Paulo de Almeida Magalhães (Editora Paz e Terra, 1996). O livro se apresenta como um relatório da "Comissão Mista das Nações Unidas-Banco Mundial de Desenvolvimento".
Na capa consta que é uma publicação de Nova Iorque, datada de abril de 2030. Ou seja, estamos no futuro e tudo o que se fez em meio século para construir uma grande Nação foi por água abaixo.
Os graves erros da política neoliberal seguida no País tiveram como resultado final o esfacelamento do Brasil em seis países independentes, mas economicamente quebrados.
Nessa ficção, pois Magalhães, um economista, não se pretende nenhum profeta do tipo catástrofe, ele desdobra a estratégia econômica neoliberal aplicada no Brasil e no que ela dará se novos rumos não forem tomados.
Como os índices de popularidade dos neoliberais estão nas alturas, ai de nós, quando nossos netos, em 2030, nos perguntarem que lambança fizemos ao endeusar nulidades políticas e administrativas. Será que algo novo poderá acontecer?
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Porém, se houver divisões ela não vai evoluir. Ninguém precisa aderir a Revolução Bolivariana de Chavez ou ser um aliado fiel dos EUA como a Colômbia. Basta continuar matendo boas relações diplomáticas e comercias, e cada presidente cuidar de seu país. O Brasil caminha para ser um líder no futuro, mas antes de pensar em ser líder, deve resolver problemas básicos, como educação, moradia e saúde.
O problema é que temos isso até a página 3. Parte do que veio da nossa terra já foi comprado pelo capital estrangeiro. Até lá, creio eu,haverão ainda novas descobertas e muitos problemas com as fronteiras do país. É inevitável investir na patrulha da nossas fronteiras marítimas. De resto, creio que não teremos mudanças neste cenário político que temos. A alternância entre PT e PSDB, a política neoliberal ressurgindo das cinzas, as desigualdades ainda gritantes. Teremos também o reflexo de uma geração sedentária, baseada na internet, egoista, hedonista e com pouca afeição as relações sociais. Vamos ver no que tudo isso vai dar.
Um abraço.
Guizo, quero saber se você já assistiu os vídeos que disponibilizei no meu último post.
Se não, o que está esperando?
De resto, continuo vendo só pantomimas, jornalistas que não sabem escrever, pensadores que não sabem pensar e pessoas medíocres. Por isto meu silêncio.
Assista os vídeos e entre em contato, precisamos fazer alguma coisa.
Abraços
Francisco Castro
Abraço.
Abraço
E sendo assim, de agora em diante, a liderança do mundo estará na mão de quem se mostrar competente para tomá-la.
O Brasil tem tudo em suas mãos para melhorar muito!
Abs,