Sua opinião:
questão bem complica!
É um assunto complexo.
Acredito que a perda de um ente querido seja a principal causa para se pensar em suicídio, pelo menos é doloroso demais. Voltar a ter interesse pela vida é complicado.

Um forte abraço!
comentou em 11/12/2009 22:12
Olá

Suícidio sempre é uma questão extrema, muito embora várias pesquisas explicam fatores que levam a pré-disposição para este ato, tudo ainda é muito nebuloso.

Abraço

Geraldo
comentou em 12/12/2009 18:03
Costumes e tradições diferentes e diferentes formas de encarar o ato de suicídio. Como não somos juízes, não podemos julgar. Mas cabe a cada um respeitar seus próprios conceitos e fazer aquilo que considera correto sem jamais violentar nossas próprias convicções. Neste caso, seria fatal.
comentou em 12/12/2009 19:59
É um ato extremo, de quem não consegue conviver com as durezas que a vida impõe.
respondeu em 12/12/2009 20:14
Se é assim que você pensa, melhor não se suicidar em nenhuma hipótese... Eu também acho.
Vida longa e felicidades muitas.
comentou em 12/12/2009 20:56
Olá amigo, aqui quem fala é quem tá levando lambaço, mas não desiste jamais! Obrigada pra vc também!
comentou em 13/12/2009 10:11
Muito bom post!

Japão é realmente o país dos suicídios e foi muito bem explicado. Vivendo aqui, apesar do baixo índice de criminalidade, que é quse nula, fracasso e vergonha tem sido as causas dos suicídios nos últimos tempos.

Em qualquer lugar do mundo, a pessoa deve estar muito depressiva para cometer tal ato. Afinal, sempre há um jeito para tudo e nada como um novo dia.

Beijos
comentou em 17/12/2009 01:01
Certamente o que envolve o suicídio é a pressão psicológica. Certa vez li em uma reportagem que um garoto talentoso brasileiro, Yoñlu, bem sucedido filho de acadêmicos prestigiados, não suportava a pressão social de ser isolado e acabou entrando em comunidades de suicídio pela internet.

Eles rememoravam os japoneses e árabes como exemplos práticos de uma boa causa para se cometer o suicídio.

Muito bacana você abordar essa temática na tua página. Gostei da abordagem.
Voltarei aqui mais vezes.
Abraços,
Tiago!