Destralhe-se
"Bom dia, como tá a alegria?", diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. "Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!", e ela me apertou. Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver, oito ajudam a nos manter vivo


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