Blogs populares em Blogosfera

mais blogs


 

O Funk e a desvalorização das mulheres

Rio de Janeiro. Mundialmente conhecida como a Cidade Maravilhosa. Maravilhosa apenas para quem está olhando tudo de fora. Rio de Janeiro está cada dia mais perdendo o seu brilho, sua magia, sua qualidade cultural. Leia mais

Esse texto foi enviado por:


Compartilhe:
Enviar para o Twitter






 

Funk e a desvalorização das mulheres

 

Rio de Janeiro. Mundialmente conhecida como a Cidade Maravilhosa. Maravilhosa apenas para quem está olhando tudo de fora. Rio de Janeiro está cada dia mais perdendo o seu brilho, sua magia, sua qualidade cultural. Basta examinarmos o que exportamos em relação à cultura: Bundas e Funk (quando não é os 2 juntos). Posso estar me mostrando preconceituoso e generalizando o assunto, mas é isso que estraga o ambiente que vivemos.

O Funk tinha tudo para ser bom, ele tem uma batida interessante que usa instrumentos de percussão variados em sua mixagem. Os primeiros funks falavam de problemas sociais sofridos pelas classes menos favorecidas, tinham um cunho político e crítico. Hoje em dia, o funk se limita a falar de banalização do sexo, vulgaridade e desvalorização da mulher. Músicas que comparam as mulheres à objetos, letras que dizem: "agora eu sou piranha e ninguém vai me segurar..." e outras bem piores que me recuso a digitá-las para vocês fazem com que o Funk perca toda sua credibilidade.

Mas aí eu te pergunto, o que faz as pessoas gostarem tanto disso? Existem várias respostas:

Falta de cultura:

Para mim a pior de todas as hipóteses, a falta de cultura, as pessoas não sabem o que é bom, o que é certo e o que é errado, o que pode fazer mal e o que não pode, e se rendem à uma modinha social.

Falta de personalidade:

Um dos traços da falta de cultura, mas esse faz com que a pessoa goste do estilo pois seus amigos também gostam, semelhantes à epssoas que fumam para se enquadrar em grupos sociais.

Falta de amor próprio.

Quem precisa fazer coisas que não gostam ou que não pensem sobre, fazem isso sem ter nenhum amor próprio. O maior bem que o ser humano tem é sua vida, seu corpo. E o mesmo não pode ser vendido em troca de prazeres banais.

A melhor solução para estes problemas é a Educação. Não digo a Educação escolar, e sim a familiar! Nossas famílias estão trocando os valores pela libertinagem, e existe uma grande diferença entre liberdade e libertinagem. A Educação tirará a pessoa desse abismo, dessa confusão e a levará para a iluminação!